Sou reikiana desde o ano de 2000. Aprendi com vários professores e misturei linhagens. Hoje em dia há quem procure a linhagem original. Acredito na diversidade, respeitando os princípios basilares do Reiki. Toda a tradição oriental é feita de linhagens e no ocidente a tradição é mais individualista. Ou seja, há uma margem para a criatividade pessoal. Por isso “nasceram” multiplos sistemas. E todos funcionam!
No meu percurso de reikiana aprendi primeiro a fazer a sintonização aos pés e depois juntei as técnicas que aprendi com a Limpeza Energética. Desde o início comecei a “receber” símbolos, através do Eu Interno. Mas só há pouco mais de dois anos recebi a Energia Amorosa e o seu símbolo, que se transforma em Energia Rosae e finalmente em 2011 mais dois símbolos, o Ovo Rosae e o som “SOU” que completam o Reiki Rosae.
O nome Rosae surgiu assim. Em latim rosa escreve-se como rosae ( o AE como ditongo pronuncia-se como E ou AI). Independentemente da pronuncia correcta eu “recebi” o nome Rosae como “rosai” e é assim que digo.
A Rosa era a flor dedicada a Afrodite, a deusa do amor grega e a Atena deusa da guerra e da sabedoria, mais tarde identificada com a Virgem Maria e ainda ao sangue e coração de Cristo. Muitos alquimistas denominam os seus trabalhos com roseiras dos filósofos. A rosa branca identifica a Pedra Filosofal branca e a pequena obra e a Vermelha a Pedra Filosofal Rubra a Grande Obra. A Rosa é ainda associada ao orvalho = Ros, pois derivam da mesma palavra. Antigamente havia uma tradição do Papa católico abençoar a Rosa de Ouro no 4º domingo da quaresma, e era uma símbolo de poder e instrução espiritual. Em vários povos a rosa surge como um renascimento místico.
Em “Curso Reiki Rosae I”
